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Operação Sono Tranquilo na Zona Leste

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Em vigor desde fevereiro de 2017, a Operação Sono Tranquilo foi criada para inibir os “pancadões” não autorizados que aconteciam em vários pontos da Cidade Tiradentes, no extremo leste de São Paulo. Na época, foram identificadas nove vias onde ocorriam os chamados “fluxos”: festas e bailes funks de rua que reúnem, na grande maioria das vezes, jovens da periferia, e infringem leis, como perturbação do sossego, poluição sonora e fechamento de vias públicas.

De acordo com informações da prefeitura, a Cidade Tiradentes apresentava 50 ocorrências por fins de semana e, atualmente, o número foi reduzido para apenas três. Além disso, desde o início das operações, também são feitas vistorias em bares e demais estabelecimentos, e apreensões de veículos irregulares na região.

Ao longo de 2017, a iniciativa foi levada para outros distritos, entre eles o Itaim Paulista, desde o mês de maio, e a Guaianases, também localizados no extremo leste da capital paulista.

As ações são feitas em parceria com a Polícia Militar, a Guarda Civil Metropolitana e a Companhia de Engenharia de Tráfego, além de fiscalização das respectivas prefeituras regionais.

No Itaim Paulista, um dos fluxos (que reunia cerca de 2 mil frequentadores aos fins de semana) acontecia no Jardim Robru e foi combatido pela iniciativa. Felipinho DS, 18 anos, morador da região e dono da música “Entra na vibe, bebê”, é contra a medida.

“O funk traz alegria para toda a comunidade. A ação é mais uma forma de criminalizar um estilo musical que não é crime”, afirma o MC. Para ele, a existência destes encontros noturnos [fluxos] se deve à falta de opções de lazer para os jovens da periferia.

Em contrapartida, no mesmo bairro, o articulador de baladas Guilherme Nascimento, 21 anos, é favorável à operação. “Já fiz muitos fluxos, porém, como não davam retorno financeiro e geravam problemas com drogas, resolvi parar e seguir com as baladas em lugares fechados”, diz.

Em Guaianases, as operações do “Sono Tranquilo” começaram a acontecer a partir do segundo semestre de 2017. A prefeitura regional fica com a função de fiscalizar bares e comércios perto dos “pancadões”. As ações resultaram em 86 multas em bares que acabaram fechados por falta do alvará de funcionamento.

Em entrevista publicada em maio de 2017, o prefeito regional do bairro, Chiquinho 90, prometeu ações mais “duras” com as festas de rua, mas, por outro lado, queria formular, com os próprios jovens, um plano cultural e esportivo para atender a demanda do público que geralmente frequenta os fluxos.

Perguntada se, durante o período em que foram colocadas em prática as operações, também foram criadas outras alternativas para que houvessem os fluxos de maneira “mais controlada”, a resposta da prefeitura regional foi “não”.

A operação garante o cumprimento da Lei PSIU e percorre o distrito em altas horas nos finais de semana quando geralmente acontecem os bailes funks, ou ‘pancadões’, que promovem o som alto, propiciam o consumo de drogas ilícitas, a circulação de veículos irregulares e causam perturbação para o sono dos moradores.

É importante destacar que qualquer cidadão pode e deve denunciar a existência desses encontros para a Prefeitura por meio do telefone 156, praças de atendimento das prefeituras regionais ou pelo site https://sp156.prefeitura.sp.gov.br/portal/.

 

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